sábado, 22 de outubro de 2011

Amor inflamado

Hoje caminhei por longas horas
Até o corpo alarmar a falta de energia para continuar
O trajeto sem rumo.
Meus pés encontravam-se cansados quando me sentei ao chão.
Mas os olhos, olhos não se cansavam em derramar as lágrimas.
E o coração cheio de feridas inflamadas.
Só eu sei o quanto isso me dói!
(Amo-te mesmo assim)
Sinto saudade desse amor... Um amor que não existiu.
Eu amei! E você? (Talvez?!)
Desejei que, ao menos uma vez, você pudesse estar comigo completamente
(Hoje isso não passa de apenas um desejo que me corta a esperança)
Desejei sentir-me feliz. Felicidade plena.
Eximindo a ideia de que ao chegar o fim do dia eu precisasse chorar,
E tivesse de inventar sonhos para despistar a angústia.
À noite traz consigo as lágrimas intrínsecas.
(E então eu durmo para não ter de encarar os problemas... Fraqueza?!)
Não sei o que é mais frio: a noite ou a minha alma.

[Karina Vicente, cuja inspiração veio da conversa com Enio De Almeida Feitosa ^^]




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